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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

09/10/05

E apesar da tua presença
Também sinto a tua indiferença
Voltaste mas foi em vão
Porque já partiste do meu coração.


2008-2009 ~elevenstars

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Turmoil

No one could have seen it
The way I saw it.

The hidden sparkle of tenderness
The feelings she did not seem to have.

Her black heart unfolded before me
And I stood still as the ice melted
Right in front of my eyes.

A spiral of emotions invaded me
As she spoke of her life,
And my soul turned black like her heart.

If she could only see me
The way I see her.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Untitled

Consigo ver-te sorrir
Cada vez que te quero ver.
Consigo ouvir todas as palavras
Que me disseste, outrora.

Num dia, o ódio
A frustação
A mágoa.

No outro, a dúvida
A incerteza
O medo.

Agora, o carinho
A admiração
A saudade.

terça-feira, 30 de junho de 2009

The present, the past, the sadness and the pain of absence.

(...)
She shows no emotions
But I...
I swear I can feel her tenderness
I can feel comfortable
When she looks at me with her sweet eyes
When she talks wisely.

And I still feel her hand in my head
Calming me down.

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It seems each day more evident that you will never be around when I call you.
You used to fix my broken strings, to cure my heartaches, to hear my whispered words full of shyness. You never missed a cry, you were always there when I needed even if I did not say a thing. You told me several times to trust in you, to stop swallowing the sorrow and to let you ease my pain.
(...)
Why can't I let it go? Why is it so painful? And why do I like you so much when you seem to not care?
(...)
It's not the same but I can't erase the past. I just want the comfort I had when I heard your voice.

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Tudo à minha volta era familiar.
Lembro-me da tua cara, de estares cada vez mais próxima, lembro-me de não te reconhecer e de começar a rejeitar a tua presença.
Já se passaram demasiados anos a acreditar no que todos disseram para não acreditar - a nossa amizade. Mas eu, teimosa, quis sempre crer que havia uma amizade, qualquer coisa em comum.
Porquê desperdiçar tanto tempo, quando tudo isto parece um ciclo, tudo volta à estaca zero?
Gostava de assumir que cheguei ao ponto sem retorno, que não vou voltar atrás na minha decisão, que estou cansada de querer uma relação normal, em que, pelo menos, as pessoas se falem de mês a mês.
(...)
Para ti, quanto mais longe eu estiver, melhor, e eu bem tento afastar-me, (...) mas há acções que ficam gravadas na nossa memória e principalmente, no coração.
Quanto mais me afasto, mais a ausência me dói.
Agora, o meu coração está disposto a apagar o significado que tens, a esquecer a forma como, indirectamente, me ajudaste.
Dói muito, mas se não serviu de nada confiar em ti, se por muito que eu tente, me sinto cada vez mais longe, talvez o melhor seja afastar-me de vez.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Querido


à noite queria o teu corpo
os teus dedos a brincar nas minhas curvas
os teus lábios a beijar a minha alma.

hoje à noite, queria-te abraçado a mim
a acariciar-me
a embalar-me com palavras doces para adormecer.

queria a tua voz no meu ouvido a dizer está tudo bem

as tuas lágrimas de compaixão
o teu sorriso enamorado.

queria este vazio preenchido
os teus olhos a fitar-me com eterno carinho
queria-te aqui.

quarta-feira, 11 de março de 2009

She II

A tua ausência...
Sinto-a mais que a saudade.

*

22/03/06
Se gosto de ti, também tu deixarás de fazer parte da minha vida. Parece que já desapareceste, mesmo que estejas muito perto de mim.

*

27/06/08
Antes de partires e nunca mais visitares o lar deprimente, que tão carinhosamente, sempre te acolheu, deixa-me ouvir-te mais uma vez, saber que posso contar contigo e chorar ao teu lado.
Não me reconheço mergulhada nesta frieza com que penso em ti, falo de ti e tento tratar-te.
A verdade é que não posso aguentar tudo aquilo que fazes e não quero sofrer pelas minhas virtudes.

Não, a casa ainda não está devidamente mobilada. (...) Continua tão triste como outrora, e as janelas estão sempre fechadas. Não há sol, não há ar.

domingo, 1 de março de 2009

Divagações

Existe um filme
Que passa frequentemente
Na minha mente.

É o único que me faz chorar.

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Gostaria de recordar-te
Sem lágrimas a caírem
Pelo meu rosto.

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She
1. She is here and there. (...) When I think of what I have shared with her, I can't avoid these stupid tears. (...) What have I done wrong?
2. She is always here because she has to be. She's different, she's a stranger to me.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Pequenos Pensamentos ou Tentativa de escrever alguma coisa

[Someone's knocking at this door
Should I let her in?
I don't want to be hurt
Is that what I was made for?]

A flor de que tanto quiseste cuidar
Começa a murchar.
Se eu soubesse que nas tuas mãos
Sofreria por nunca mais ver a tua luz
Teria desejado um outro paraíso.

[Se olhassem para o meu interior veriam que agora estou no meio. Ou melhor, veriam uma espécie de pirâmide.]

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Da Mágoa / Da Timidez

E é assim...
É assim que te digo adeus depois da mágoa.
É assim que cesso as minhas lágrimas.
O teu coração não passa de um vazio escuro
Frio, assustador e amargo.

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Se eu pudesse não esconder o que quero mostrar-te
A minha alma nas minhas mãos
Entreabertas, como se fôssemos crianças e eu tivesse um pequeno insecto para te mostrar.




domingo, 19 de outubro de 2008

sábado, 2 de agosto de 2008

A tua nuvem negra de tristeza
Chocará com o meu sol brilhante
Num rasgo de apocalipse
Toda a minha memória te apagará


Outrora foras a salvação
O meu caminho iluminado
A estrada aberta para mim
Foi tudo em vão

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Pedaços

Palavras pintadas com o teu sorriso
Com o teu olhar,
E a dor que nunca consigo explicar.


A minha asfixia
A morte por anunciar
Daquilo que eu sei que nunca irá perdurar.


Tortura e desespero
Foice pronta a ceifar
O sentimento transgénico
Que me faz sufocar.



[Hello Cristina, how are you?
I'm doing fine but sometimes i feel blue
My mind isn't confused anymore
And i don't think about suicide no more...]

domingo, 16 de março de 2008

Poema da Despedida



Voarei se as minhas asas
Não sentirem o teu toque

Se as minhas lágrimas

Não forem limpas com o teu toque

Se o meu desejo
Não corresponder ao teu toque

Se o teu toque
Não mais me tocar
E o meu toque
Não mais te tocar

Se o toque que tocamos
Deixar de tocar e
(em silêncio)
eu
me
afastar.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Coração

Já não estou sozinho
Mais abaixo há outro
Que também bate.

A nossa cor, escarlate,
Une-nos.
Mas aquele, bem lá em baixo,
Acabou de se formar,
E eu, já perdi a conta aos meus dias.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

...

Foge.

Não entres na minha casa.
Com paredes de dor
E chão de areia movediça.

Não passes a porta.
Fica do lado de fora,
Onde te possa acenar.

Vai.
Os murmúrios daqui
São mudos quando passas,
E as janelas impedem o sol de entrar.

Caí na escuridão.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Palavras

Antes de mais, desejo um bom 2008 para todos os meus leitores (decerto não serão muitos!)
Espero que tenham amor, saúde, paz e tudo aquilo que desejarem que aconteça neste novo ano!

As tuas palavras esquecidas
São feridas na minha alma

São ruínas
São destroços
Pedaços de boninas,
E olhos piedosos.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

A Espera

Não consigo encontrar a força perdida
(No meio do desespero)
Não cessará (tão cedo) de transbordar,
O tanque da minha vida...

Não compreendo, nem quero compreender
O gelo do teu alfabeto
O teu iceberg que acabou de me abater

Recuso-me a morrer de hipotermia pelo teu fenómeno
(muito anti-natural)
E esperarei um Verão ameno

A doçura vermelha das tuas palavras...

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Rimas

Estou nua.
Nua perante o olhar perturbante
Que me mira durante a viagem sufocante.

Estou cega.
Porque perdi a visão, ao entregar-me à paixão
E sem ouvir a razão, guiei-me pelo coração.

Estou diferente.
A partir do momento, em que levaste o tormento
E espalhaste com o vento esse nosso sentimento.

Já não me afasto
Nem o futuro me parece nefasto
Nem chove, nem faz trovoada
Desde que tenho a tua protecção na minha vida amargurada.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Será?

Não é
Não senti
Será por ti?

A lágrima
A dor
Será por temor?

Que fujas
Que morras
Porque será que vivo nestas masmorras?

[Let me cry and dry my tears alone]

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Ubi tu Gaius ego Gaia

Pousei sobre o teu manto de ternura
Beijei a tua pele suave e macia
Adormeci e voei (que loucura!)
De cada beijo que te dava, o teu corpo sorria.

Dos teus olhos emanava paixão
O teu corpo movia-se no compasso apaixonado
Nesse momento perdemos a razão
O amor é o nosso raciocínio improvisado.


Continuo a perder-me no teu corpo,
No teu olhar, no teu ser
Na maneira como me embalas e me fazes viver
No teu mundo onde só vivemos nós os dois.