No one could have seen it
The way I saw it.
The hidden sparkle of tenderness
The feelings she did not seem to have.
Her black heart unfolded before me
And I stood still as the ice melted
Right in front of my eyes.
A spiral of emotions invaded me
As she spoke of her life,
And my soul turned black like her heart.
If she could only see me
The way I see her.
"Aucun poème ne sera si grand, si noble, si véritablement digne du nom de poème, que celui qui aura été uniquement écrit pour le plaisir d’écrire un poème." Charles Baudelaire |||| "Há muitas marés que esperava por ti..." Romeu Correia
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Untitled
Consigo ver-te sorrir
Cada vez que te quero ver.
Consigo ouvir todas as palavras
Que me disseste, outrora.
Num dia, o ódio
A frustação
A mágoa.
No outro, a dúvida
A incerteza
O medo.
Agora, o carinho
A admiração
A saudade.
Cada vez que te quero ver.
Consigo ouvir todas as palavras
Que me disseste, outrora.
Num dia, o ódio
A frustação
A mágoa.
No outro, a dúvida
A incerteza
O medo.
Agora, o carinho
A admiração
A saudade.
terça-feira, 21 de julho de 2009
My inner ghost, what am I feeling?
Havia um brilho nos teus olhos e uma palavra amável nos teus lábios. Fui sempre vulnerável à tua energia, à tua presença em mim. Em cada momento, apenas uma acção importava. Apenas um segundo contava, enquanto os restantes segundos me desiludiam, me mostravam o teu ser, sem piedade.
Mas o tempo foi passando e os "restantes segundos" nunca foram importantes.
Foi a cegueira. E a idiotice.
Como pude não ver o que estava a acontecer? Como pude não querer ver?
Quanto mais me afasto, mais próxima quero estar.
Não te quero perto, mas a ausência magoa-me.
As recordações de outros tempos mentem-me. Afirmam que és uma pessoa cheia de qualidades, que és uma pessoa em que, outrora, confiei os meus sentimentos, partilhei o meu dia-a-dia.
Contudo, agora não há o brilho nos olhos nem a palavra amável.
Há o olhar vulgar e o sorriso forçado. Há palavras com segundas intenções, palavras amargas, palavras frias.
Desaparece, mas nunca desapareças.
Abandona o espaço que conquistaste, mas nunca o abandones.
Mas o tempo foi passando e os "restantes segundos" nunca foram importantes.
Foi a cegueira. E a idiotice.
Como pude não ver o que estava a acontecer? Como pude não querer ver?
Quanto mais me afasto, mais próxima quero estar.
Não te quero perto, mas a ausência magoa-me.
As recordações de outros tempos mentem-me. Afirmam que és uma pessoa cheia de qualidades, que és uma pessoa em que, outrora, confiei os meus sentimentos, partilhei o meu dia-a-dia.
Contudo, agora não há o brilho nos olhos nem a palavra amável.
Há o olhar vulgar e o sorriso forçado. Há palavras com segundas intenções, palavras amargas, palavras frias.
Desaparece, mas nunca desapareças.
Abandona o espaço que conquistaste, mas nunca o abandones.
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