é fácil abocaranhes-me e passeares pela vida, dentes serrados, parando para te olhares ao espelho, no espelho, nu...
é fácil esconderes-me atrás das portas, misturada com o pó, a sujidade que há no chão e em mim, e queres aspirar mas nada sai, deixa. deixa a sujidade para quem sabe conviver com ela.
mudamos de sítio e permanecemos, levamos tanto peso, sem necessidade. não tenho lugar para descarregar. não tenho, descanso, não tenho, descanso.
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