A culpa deve ter sido minha
E mesmo não tendo sido,
Continuo a senti-la, é minha.
Eu sou todos os defeitos, aquilo que consegues encontrar
E mesmo não tendo (tantos) defeitos,
Continuo a tê-los, e tu a procurar.
Agora, que te quero ignorar, que me afasto
Agarras-me quando eu parto decidida,
Prendes-me a um passado, tiras-me a vida.
2 comentários:
dá um pontapé no rabo do passado que queres esquecer. poema lindo
amo-te muito
Tão lindo!
Mas não deixes que NINGUÉM te tire a vida e te prenda a uma coisa à qual não queres estar presa...
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