segunda-feira, 3 de maio de 2010

26.04.10

A culpa deve ter sido minha
E mesmo não tendo sido,
Continuo a senti-la, é minha.

Eu sou todos os defeitos, aquilo que consegues encontrar
E mesmo não tendo (tantos) defeitos,
Continuo a tê-los, e tu a procurar.

Agora, que te quero ignorar, que me afasto
Agarras-me quando eu parto decidida,
Prendes-me a um passado, tiras-me a vida.

2 comentários:

Miguel disse...

dá um pontapé no rabo do passado que queres esquecer. poema lindo
amo-te muito

Apaixonada(mente) disse...

Tão lindo!

Mas não deixes que NINGUÉM te tire a vida e te prenda a uma coisa à qual não queres estar presa...